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Cultura como presença cotidiana nos territórios

São João 2026 vem ai!!!

Cultura como presença cotidiana nos territórios
Foto: Beatriz Boblitz/Prefeitura de Fortaleza

 A descentralização, Helena Barbosa destacou que 2026 será um ano simbólico para Fortaleza, que celebra 300 anos, e que a política cultural da gestão tem sido pensada de forma integrada com outras secretarias e com participação social.

 Nesse contexto, ganha protagonismo o programa Cultura na Calçada, lançado em 2025 pela Secretaria Municipal da Cultura (Secultfor). A iniciativa percorreu as 12 regionais da cidade promovendo escuta ativa e diálogo direto com a população, artistas e produtores locais, com o objetivo de descentralizar decisões e alinhar as políticas culturais às realidades de cada território.


“É cultura por toda a cidade. Vamos ter mais de 400 contratações acontecendo dentro dos bairros. A cultura que nasce nas praças, nos saraus, nos reggaes, nos pagodes, nos sambas, nos forrós, vai receber fomento e visibilidade”, ressaltou a secretária.


 A circulação do programa por escolas, equipamentos culturais, Cucas e sedes regionais também busca qualificar e ampliar a oferta cultural fora dos grandes equipamentos, fortalecendo a identidade cultural dos bairros e estimulando a economia criativa local.

 A política de descentralização também foi adotada em eventos de grande porte, como o Réveillon de Fortaleza 2026, que contou com três polos principais – Aterro da Praia de Iracema, Conjunto Ceará e Messejana. A programação ocorreu de forma simultânea, reunindo artistas locais e nacionais, com apoio da iniciativa privada e foco no fortalecimento dos bairros e na movimentação da economia.

 Para Helena Barbosa, o modelo aponta para um novo paradigma de gestão cultural na cidade: menos concentração, mais diálogo e maior presença do poder público nos territórios.


“A gente já está pensando no São João, fizemos fórum com o movimento junino, estamos construindo tudo de forma coletiva. É uma política que fortalece a união da cidade e reconhece quem produz cultura no dia a dia”, concluiu.


 Com a descentralização como eixo central, Fortaleza avança na construção de uma política cultural mais democrática, participativa e conectada à vida cotidiana da população, transformando grandes eventos em instrumentos permanentes de inclusão, desenvolvimento e pertencimento.


Opinião CE Por: Vitória Galdencio.

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